
Numa noite solitária, você se sente a última espécie que habita nesse planeta.
Este blog nasceu da união entre a vontade de voltar a escrever com o almejo de compartilhar estas escritas com arianos(as) ou meros mortais...rsrs uma terapia eu poderia dizer...arianas precisam disso, precisam exteriorizar seus desejos e pensamentos, para não ''explodirem'' sozinhas...rsrs Espero que topem ''explodir'' comigo,e conhecer melhor os meus avessos.=) Mas não pensem que escreverei aqui, todos os meus segredos...afinal existem segredos que não conto nem a mim mesma.



E os céus externam sua angústia,
Entoando cânticos de agonia...
Numa aura de desespero,
O cosmo lastima sua própria existência.
O choro celeste é um drama
Que poucos conseguem entender...
É o drama humano absorvido pela natureza,
Natureza nefasta, infausta índole humana.
Esse é o momento dos céus...
Tudo tem a sua hora, seu momento
Inclusive a hora para desacreditar nas coisas.
E, acredite, os céus não lacrimejam... é nosso choro transfigurado.
E se isso ocorre, ao menos o cosmo celeste nos percebe
E conosco lamenta por nossa condição,
Condição inalterável da existência humana,
Aquela que sempre está por um irremediável fio.
(Hiran Andrade)

Composição: Vanessa da Mata
Eu não sei o que vi aqui
Eu não sei prá onde ir
Eu não sei porque moro ali
Eu não sei porque estou
Eu não sei prá onde a gente vai
Andando pelo mundo
Eu não sei prá onde o mundo vai
Nesse breu vou sem rumo
Só sei que o mundo vai de lá pra cá
Andando por ali
Por acolá
Querendo ver o sol que não chega
Querendo ter alguém que não vem
Só sei que o mundo vai de lá pra cá
Andando por ali
Por acolá
Querendo ver o sol que não chega
Querendo ter alguém que não vem (não vem)
Eu não sei o que vi aqui
Eu não sei prá onde ir
Eu não sei porque moro ali
Eu não sei porque estou
Eu não sei prá onde a gente vai
Andando pelo mundo
Eu não sei prá onde o mundo vai
Nesse breu vou sem rumo
Só sei que o mundo vai de lá pra cá
Andando por ali
Por acolá
Querendo ver o sol que não chega
Querendo ter alguém que não vem
Só sei que o mundo vai de lá pra cá
Andando por ali
Por acolá
Querendo ver o sol que não chega
Querendo ter alguém que não vem (não vem)
Só sei que o mundo vai de lá pra cá
Andando por ali
Por acolá
Querendo ver o sol que não chega
Querendo ter alguém que não vem
Só sei que o mundo vai de lá pra cá
Andando por ali
Por acolá
Querendo ver o sol que não chega
Querendo ter alguém que não vem
Cada um sabe dos gostos que tem
Suas escolhas, suas curas
Seus jardins
De que adianta a espera de alguém?
O mundo todo reside
Dentro, em mim
Cada um pode com a força que tem
Na leveza e na doçura
De ser feliz.